a vida é uma só.
Acreditei no hype e me cadastrei no Second Life para jogar.
Bem, "jogar" é modo de dizer. Na verdade você se registra, faz download de uns 40MB de lixo em forma de pixels e arquivos executáveis, cria o seu personagem (a melhor parte - onde mais meu cabelo voltaria a ser longo e eu voltaria a ter 55 quilos?) e começa a deambular sem destino pelas diversas regiões, sendo quicado para fora do programa ao passar mais de cinco minutos sem fazer muita coisa além de ser escancaradamente ignorado por alguns e incomodado por outros.
A interação social que a comunidade promete é lenda. Os nativos mais antigos sabem que não precisam falar com novatos, se fecham em grupinhos e, no máximo, lhes dirigem algum insulto. Os novatos, por sua vez, puxam assunto o tempo todo - mas só até descobrirem que você também é iniciante e não pode ajudá-los, quando então arrumam uma desculpa rápida para sair de perto.
Foi aí que eu percebi que não preciso de uma "segunda vida" para viver as mesmas coisas que vivo aqui, na primeira.
Não é gostosinho aquele som da lixeira do Windows esvaziando?

Reservei o hostel em Brighton. Pelas fotos parece ser pulgueiro, mas enfim; tudo é festa, e pulgas de frente para o mar ficam até mais toleráveis.
Faz uns bons anos que não durmo em mixed bedroom (meninos e meninas) assim, tudo junto. Adrenalina. Já ouvi altos relatos de meninas que foram bolinadas por rapazes ingleses voltando pra casa tarde da balada, cheios de alcopop na idéia. Normal. Isso nem foi pra deixar a preocupada, juro. No fundo a possibilidade pode até vir a ser um atrativo extra - dependendo do rapaz inglês, naturalmente. Só não consegui ainda comprar os ingressos pro damião à la grega, aquele cara bacana que coloca fotos de cocô em vídeo de canção romântica.
Empacotando caixas.
Inté (um dia a rede mundial de computadores chegará à Alemanha. Fé).
Bem, "jogar" é modo de dizer. Na verdade você se registra, faz download de uns 40MB de lixo em forma de pixels e arquivos executáveis, cria o seu personagem (a melhor parte - onde mais meu cabelo voltaria a ser longo e eu voltaria a ter 55 quilos?) e começa a deambular sem destino pelas diversas regiões, sendo quicado para fora do programa ao passar mais de cinco minutos sem fazer muita coisa além de ser escancaradamente ignorado por alguns e incomodado por outros.
A interação social que a comunidade promete é lenda. Os nativos mais antigos sabem que não precisam falar com novatos, se fecham em grupinhos e, no máximo, lhes dirigem algum insulto. Os novatos, por sua vez, puxam assunto o tempo todo - mas só até descobrirem que você também é iniciante e não pode ajudá-los, quando então arrumam uma desculpa rápida para sair de perto.
Foi aí que eu percebi que não preciso de uma "segunda vida" para viver as mesmas coisas que vivo aqui, na primeira.
Não é gostosinho aquele som da lixeira do Windows esvaziando?

Reservei o hostel em Brighton. Pelas fotos parece ser pulgueiro, mas enfim; tudo é festa, e pulgas de frente para o mar ficam até mais toleráveis.
Faz uns bons anos que não durmo em mixed bedroom (meninos e meninas) assim, tudo junto. Adrenalina. Já ouvi altos relatos de meninas que foram bolinadas por rapazes ingleses voltando pra casa tarde da balada, cheios de alcopop na idéia. Normal. Isso nem foi pra deixar a
Empacotando caixas.
Inté (um dia a rede mundial de computadores chegará à Alemanha. Fé).


