Sexta-feira, Junho 30

Tarde verde e amarela

Alaric veio em casa na hora do almoço ontem, coisa que raramente faz. Era só para me trazer isso aqui:



Duas bandeiras do Brasil, uma enoooorme, outra menor (pra pendurar na janela do carro, coisa que *obviamente* não faremos) e essa camiseta linda - a malha é uma de-lí-ci-a. Awwwww. Eu não fazia idéia de onde encontrar parafernália brasileira aqui na ilha, mas ele viu a faxineira de um amigo dele com uma pequena bandeira brasileira na janela do carro (e ela é portuguesa! - wtf??) e perguntou onde ela havia comprado. Agora estão juntas com essa aqui - igualmente enooooorme, hehe:



Pequenas fofurices (clique se quiser ampliar):







Apenas uma pequena amostra. Não sei quando ou como vou usar isso tudo, mas não consigo parar de comprar. Tenho algumas idéias (além de roupas de boneca, é claro), futuramente tiro do papel. Faltava-me tempo, mas decidi abrir espaços na minha vida para essas coisas que me dão prazer. Tenho muita coisa fofa e legal em volta, só esperando uma chance para serem notadas e fazer parte do meu dia-a-dia.

Reclamaçãozinha. Não irrita a vocês ver gente que não pára de reclamar "ninguém nunca comenta no meu blog/LJ/fotolog/o diabo que seja"? A mim enche os pacovás. Não posso deixar de pensar que essa gente está seriamente precisando descer do pedestalzinho que construíram para si próprias. Qual é a delas? O que leva a uma pessoa adulta e racional a pensar que qualquer bobagem que escreva, fotografe, costure ou photoshopeie seja tão especial a ponto de fazer completos estranhos mandarem emails de congratulações? Cristo.

Se a falta de "retorno" os incomoda tanto assim, parem de correr atrás dele. Pra quê se cansar sem razão, não é mesmo? Devíamos parar de tentar agradar pessoas que não nos dão a mínima e nos importarmos com quem realmente nos ama, independente de sermos especiais/talentosos/bonitos/populares - ou não. Eu já cometi o errinho de virar as costas a pessoas que realmente gostavam de mim para tentar fazer parte de panelinhas. Pena que, na ânsia de "pertencer", não me dei conta que essas panelinhas não estavam realmente procurando por novos membros - a menos que eles preenchessem certos requisitos dos quais eu passava longe. Alguns velhos amigos me perdoaram; outros não. Mas, lição aprendida, agora passo adiante: dediquem seu tempo e seu amor àqueles que não pedem de vocês NADA além de tempo e amor.

Claro, tem as coisinhas que não entendo. Quando alguém é todo amigável com você, comenta em todos os seus posts, vive ligando para a sua casa, chamando pra sair, manda cartãozinho virtual, etcétera. E então de repente esse alguém é aceito por uma dessas panelinhas (virtuais ou reais). E aí acabou-se. A pessoa simplesmente desaparece na poeira, raramente retorna suas ligações/emails porque não, ela não tem mais tempo pra você. E não por conta de uma urgência pessoal, não. Se procurar, você a verá abanando o rabinho, da mesma forma que fazia com você, em outras freguesias... E então você se dá conta de que foi útil por um tempo enquanto a pessoa X não tinha ninguém melhor para brincar. Eu acho isso triste. Não exatamente para mim, embora eu me chateie, sim. Mas eu ainda sou a mesma pessoa, não perdi nada de valor e irei simplesmente virar a página.

O que eu acho deveras triste é o fato de que a maioria de nós vai passar pela vida, por experiências pessoais e não vai levar nada disso. Não vamos aprender absolutamente nada, nem mesmo a ter um pouquinho de caráter e a não usar pessoas bacanas, conquistar a amizade delas e depois chutá-las quando algo mais legal aparece. Pessoas não são brinquedo, nem passatempo. Se você tem um coração passível de ser machucado, elas também tem. E a rejeição é a pior das armas.

UPDATE: Sem querer soar estraga-prazeres, mas vi isso aqui no e acho pertinente. Não precisa deixar de assistir a futebol nem ter orgulho das nossas conquistas no esporte, não. Mas seria bom se pudéssemos conquistar coisas bacanas ALÉM de títulos de futebol. E Deus, COMO a gente precisa.

Segunda-feira, Junho 26

Musical

Liste oito músicas que você está gostando bastante nesse momento.
Não importa o gênero, se elas tem palavras, ou se elas são boas ou não, mas precisam ser músicas que você está realmente gostando no momento. Poste essas instruções no seu LJ junto com as oito músicas. Então indique outras oito pessoas pra ver o que elas estão ouvindo.

1. moonlight shadow - mike oldfield
2. mr. tambourine man - byrds
3. a design for life - maniac street preachers
4. run - snow patrol
5. flower - eels
6. keep it together - madonna
7. todo o sentimento - chico buarque
8. 20 century boy - t-rex

Haha, note as ausências de Morrissey, Pink Floyd e Led Zeppelin. Tipo, o que está acontecendo comigo??? Ter incluído Chico Buarque e T-Rex também é motivo de preocupação. Não vou "tagar" ninguém não, quem quiser fazer esteja à vontade. :)

E ah, sobre mim? Fim-de-semana idílico, sol no sábado e fomos ao Ramson's Garden Centre aqui mesmo na nossa village e compramos flores para pendurar nas cestinhas no muro da casa - que estão vergonhosamente vazias. Comemos moules frites e eu devidamente mandei a dieta à puta que pariu e enchi a fuça de Pinot Griggio. Cheguei em casa trêbada e ainda achei forças para ir jantar batata frita com cerveja no pub.

Ontem o tempo frio e chuvoso não favoreceu saídas, aí ficamos em casa comendo bolo Madeira com manteiga e café, assistindo futebol (!!) e fórmula 1 e colocamos as prateleiras do nosso quarto no lugar. Está ficando uma beleza e logo posto fotos.

That's all folks. :)

Sexta-feira, Junho 23

Hamptonne


Bonitinho, o vestido.
Estava num dos quartos de Hamptonne, uma fazenda que nasceu na Idade Média e funcionou até o século passado.

Depois coloco as fotos que fiz lá num álbum.

Quinta-feira, Junho 22

just because i'm sorry doesn't mean i didn't enjoy it at the time

A quem sabe do que se trata: consegui notícias da minha amiga.
Porém esse não é mais o lugar para falar sobre isso.

Mas acho que não vai doer se isso aqui virar um fotolog, não é mesmo?


Stella Artois, o triunfo do marketing sobre a qualidade.
Completo mijo de gato, não vale um tostão furado no país de origem; mas aqui vende horrores e é considerada cerveja premium - HA. Perfeita pra quem não sabe beber, não diferencia sabores ou para menininhas querendo posar de macho: "veja, eu bebo cerveja!", mas que não têm culhão para encarar uma bitter.

E eu, a detratora hipócrita, tenho duas caixas cheinhas da dita cuja no meu cellar nesse presente momento. Amanhã eu ponho pra gelar. ;)

i'm having trouble sleeping
you're jumping in my bed
twisting in my head
leave me

i'm having trouble breathing
you're sitting on my chest
i sure could use the rest
leave me


The Perishers.
As melodias são bem mais-ou-menos, mas essa letra... wow.

Sexta-feira, Junho 16

Do Caderno de memórias apagadas

Lembro o dia em que ele chegou.
Eu havia passado a véspera ligando nervosa para corretores

Lembro do meu primeiro aniversário na casa onde ele veio morar assim que chegou. Chovia, mas o sol se recusava a ir embora. O calor absurdo - era janeiro - e eu suponho que o sol também se canse e às vezes deseje se refrescar num banho de chuva.E lá ficaram os dois elementos, brigando entre si pela minha atenção. Não achei nada mais bonito naquele momento do que o sol criando reflexos nas gotas que se desprendiam da soleira da porta.

E ele havia saído para comprar Ana Maria para mim, os únicos bolos de aniversário possíveis em meio à pobreza dos nossos primeiros tempos. Eu sozinha, a chuva caindo tranquila, o sol tentando se impôr. E eu estava tão feliz e a minha felicidade pintava no céu arco-íris que não estavam lá, mas que eram ainda mais bonitos do que se fossem reais.

Eram reais para mim, para os meus olhos, para o meu coração que então não precisava de nada real para ser feliz.

Quinta-feira, Junho 15

Etceteras

Port de Dinan, France.



Um dia eu terei paciência pra redimensionar e editar todas essas fotos.

Então, papai voltou pra casa, depois de um mês entre Inglaterra, Jersey e França. Sensação estranha quando o vi indo embora, passando pelo setor de segurança. Tive medo que ele não conseguiria achar o portão 25, perderia o vôo, não conseguiria entrar em contato comigo (ele não tem celular e nem o número do meu, porque nunca achou que fosse precisar) e ficaria vagando pelo aeroporto meses a fio (e eu nem vi aquele filme do Tom Hanks, hein!), comendo restos do Starbucks - o que seria realmente uma desgraça completa, já que comida do Starbucks é normalmente horrível ainda quando está fresquinha.

Ao que tudo indica, a experiência foi especial. O álbum cheio de fotos que ele montou, a mala cheia de latinhas de bacalhau português em conserva e - haha - açúcar em cubinhos que ele trouxe de volta para o Brasil. Pela primeira vez, a realidade de que meu pai está envelhecendo esfregou-se na minha cara. Ele sempre foi o típico "baixinho invocado", com voz de trovão bastante desproporcional para o seu tamanho, pavio curto e um considerável estoque de palavrões, herdado do pai português e boca suja. Há poucos anos atrás eu o vi pular um muro altíssimo por ter perdido a chave de casa, ágil feito um gato cujas sete vidas ainda estavam por ser gastas.

Durante esse mês, no entanto, o que vi foi um velhinho que se esforçava para subir no banco alto do carro e acordava à noite com medo de dores estranhas.

O aperto no peito é inevitável nessas horas. Abraço bem forte na despedida, powered por um certo medo de que aquela tenha sido A Despedida. Aqui dentro da carapaça de gelo, no entanto, espero que não. Que ainda tenhamos mais aniversários, natais e brigas juntos. E que ele possa voltara Jersey no ano que vem - porque não tenho vontade de pisar em terra brasilis tão cedo. Não por causa do país, mas porque fora meus pais e minha querida Chantilly, eu percebi que nada mais que seja meu está lá.

Sábado, Junho 10

Go, England!

Não que eu me importe com copa do mundo - minha fase futebolística ficou enterrada na adolescência e apodrece em paz - mas sim, eu tô torcendo pela Inglaterra esse ano. Eu e a pequena Moyra...




Ok, é uma Union flag e não exatamente a bandeira da Inglaterra mas, convenhamos, a bandeirinha inglesa é insossa de dar dó, enquanto que a Union Jack é leeeenda...

Aqui rola uma certa palhaçada televisiva/radiofônica, mas NADA que se compare à comoção nacional patética que acontece no Brasil. Alguém pode me informar O QUE FOI AQUILO que o Brasil protagonizou na cerimônia de abertura da Copa??? Minha fuça foi ao chão. Todas as outras delegações convocadas se apresentando numa boa, desfilando na paz e, quando chega a vez do Brasil, me aparece gente sambando, um louco gritando que vamos ser campeões, etc.

O problema do Brasil é uma arrogância tão cafona quanto falsa.
Não vejo por aqui nenhum comercial exaltando a Inglaterra tanto quanto vejo na TV brasileira. Toda uma cantoria puxando o saco das nossas matas, das nossas mulheres-mais-lindas-do-mundo (pessoalmente acho a brasileira média feia), do "jeito-de-viver-do-carioca", e blá-blá-blá. O Brasil precisa de uma aulinha urgente sobre "Como Mascarar Seu Complexo de Inferioridade de Forma Mais Convincente e Menos Babaca". URGH.

O Brasil já ganhou copas o suficiente, não precisa provar mais nada a ninguém. Pode passar uns dois ou três anos sem levantar mais canecos, sem prejuízo para a sua reputação. Deixemos a Inglaterra, que codificou as regras do beautiful game, levar alguma coisa além daquele mísero trofeuzinho em 1966. E depois, eu estou aqui, a ilha está toda decorada, os pubs estão fervendo de gente animada, e quero ver a esbórnia que isso aqui vai virar caso Beckham, Rooney e companhia tragam essa vitória pra terra da Lilibeth.

* * *

Dia lindo por aqui, TRINTA graus centígrados.
Fomos fazer picnic em Millbrook Park, 183626492 criancinhas loiras mijando ao mesmo tempo na piscina pública e, depois da vitória da Inglaterra, os holigans invadiram o parque e afugentaram toda a horda de mulheres de meia idade espremendo as celulites no maiô do verão retrasado. Nem preciso dizer que amei.

Amei mais ainda o fato de ELES terem me amado. Eu estava usando uma camiseta do Brasil comprada na Burton e virei o sucesso do parque - até os guardas aparecerem para nos colocar para fora porque estava na hora de fechar (sim, acredite - aqui alguns parques fecham às sete da noite, até mesmo agora no verão, quando só começa a escurecer lá pelas nove). Troquei até número de celular com dois deles, na frente do Alaric, HAHAHA. Devo ir ver o próximo jogo em algum pub em St. Helier, o que estará longe de ser um problema.

* * *

A parte chata ficou por conta da sogra. Depois de ter "insinuado" que acha estranho o fato de ser o Alaric quem cozinha aqui em casa, hoje passou o dia reclamando de tudo. Não perde uma chance de fazer um comentário desagradável, de fazer birra quando é contrariada e nem a mania de achar que seu status de anciã obriga todos nós a estarmos à sua disposição. Tomara que aprenda logo a dirigir o Smart e possa se locomover sozinha, fazer suas próprias compras, jantar na sua própria casa e deixar a minha pacata vidinha doméstica em paz.

Eu já não tenho paciência pra aturar a minha própria mãe, imagine a alheia.

Quinta-feira, Junho 8

Uma flor para uma flor



Domingo, Junho 4

...

Oh I wish I was a punk rocker with flowers in my hair
In 77 and 69 revolution was in the air
I was born too late to a world that doesn't care
Oh I wish I was a punk rocker with flowers in my hair


...

1 - que tipo de amigo você acha que é?
O tipo honesto. O que não procura por amigos, mas aceita aqueles que a sua voz interna diz serem de verdade.

2 - O que você procura num amigo?
Nada. Eu não procuro, fico feliz em encontrar quem se importe.

3 - O que o faz sentir que encontrou um amigo?
Conforto. Não no sentido de "ser confortado", ou não apenas isso. Mas de sentir-se confortável com alguém. Uma presença quando as coisas dão errado ou quando acontece de eu não ser uma boa pessoa. O fato de as coisas não terem começado muito depressa, e de essa pessoa ter se importado a ponto de esperar.

4 - O que o faz crer que pode confiar num amigo?
Discrição. Confidência. Nunca pedir nada. Meu instinto.

5 - O que o faz crer que confia num amigo?
Saber que posso dizer o que eu quiser, e que eu não preciso.

6 - O que o faz temer ou se afastar de um amigo?
Excesso, elogios em cada frase, onipresença, amizade vista como possessão ou mais um vício. Superficialidade. Meu instinto.

7 - Quais são as piores coisas numa relação de amizade?
Ver a relação se deteriorar. Perceber que, por mais que eu faça, nunca é o bastante. Que certas pessoas não gostam de mim pelo que sou, mas pelo que posso proporcionar. Ser enganada e perceber isso de novo, e de novo, e de novo. *

8 - O que o faz amar alguém?
Nada. Apenas acontece.

9 - Por que você ama alguém?
Felizmente não tenho essa resposta.

(*) resposta minha.

...

Pseudo-survey roubada de alguém que eu não quero nomear.
Não sei se ela quer pessoas fuçando o seu journal, e duvido muito que ela tenha escrito isso para ela mesma responder a fim de que alguém mais copiasse. Mas, lendo suas respostas, o sentimento de empatia foi instantâneo. Triste são as razões que me fizeram identificar tanto com as suas respostas. Bem como triste é o fato de eu estar perdendo esse pôr-do-sol maravilhoso na frente do computador, com essa constatação entalada na garganta.

Mas o pôr-de-sol de verão aqui dura horas.
Ele vai esperar só um pouco por mim, e depois seremos um só do outro.

...

"As pessoas costumam pedir demais. Eu não. Ou pelo menos não as mesmas coisas. E frequentemente eu pareço fria por conta disso. Mas eu estou aqui. E às vezes, apenas "estar aqui" não basta para alguns. Outro alguém vai aparecer, mais exuberante, mais falante, mais "presente"... Eu serei esquecida e vou preferir desaparecer.

Isso às vezes me fez sentir como se eu, na verdade, não tivesse "perdido" amigos... Eles estavam apenas indo embora e deixando de ser meus amigos enquanto EU ainda era amiga deles. É melhor do que ser ferido de propósito por supostos amigos. E acho que posso agradecer à minha voz interior por ter protegido deles..."

A minha little voice ainda não é tão eficaz, apesar da carga de experiências que acumula.
Mas suas respostas me ajudaram a diagnosticar o ponto fraco na minha estratégia de proteção.
Eu estava TÃO preocupada em ser eu mesma ao invés daquela amiga "presente, falante, exuberante", que acabei caindo nas garras desse mesmo tipo de pessoa.

Não garanto que isso não vá acontecer de novo, mas sim que doravante estarei muito mais alerta.

Pessoas que exigem demais das outras, o fazem porque não conseguem dar à si mesmas o que precisam.
E, se não sabem dar a si mesmas, como poderão retribuir, quando recebem?
Como saberão reconhecer se o que receberam é real?

Dúvidas, dúvidas, dúvidas.
Aquele pôr-do-sol me chama.

Quinta-feira, Junho 1

Back from Britanny

Nada como uns dias na Coté D'Emeraud pra curar uma certa irritação.
Rabo cheio de moules à la creme, sorvetes inacreditáveis, fromages e vinhos alucinantes. Pra não mencionar as sobremesas.
Sim, estou uma vaca, mas e daí? Aposento o projeto da digital SLR de 18 megapixels e compro uma esteira motorizada. Pronto.

Dinard, St. Malo, St. Briac... E não há no mundo cidade mais linda que a velha Dinan (as fotos desse site não fazem justiça), medieval até a medula. O que é tomar café com tarte tatin num estabelecimento construído há 800 anos atrás, não é mesmo, minha gente? Devo voltar pra lá pra festa medieval em Julho, onde só entra quem estiver vestido a caráter.

E não tenho palavras pra descrever Mont St. Michel. Vou ali tentar achar algumas e volto quando e se conseguir.

Como de hábito, 28364409402 fotos das quais não sei se vou postar nem uma fração. Preguiça comanda absurdos por aqui, e ainda tenho que guardar os 817263829292 cacarecos que trouxe (afinal, a gente podemos tirar a pessoa do subúrbio, mas não se tira o subúrbio da pessoa). Aliás, sendo justa comigo mesma, suburbana porra nenhuma. TODO turista cafona (aka japoneses, americanos, ingleses, EU...) traz pra casa toda a sorte de overpriced junk que é vendida nesses paraísos. Os meus trastes preferidos até o presente momento são uma gárgula e uma estátua de um cavaleiro da Ordem dos Templários.

Vou ali lambê-las e descarregar as fotos da câmera.
Um dia desses eu volto.